Terça-Feira, 21 de Agosto de 2018
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Notícia
Algarve aderiu em força à celebração do Dia da Independência de Angola
Novembro 17, 2014
Mais de 300 pessoas. Um hotel cheio de alegria, entusiasmo e patriotismo. Foi assim a comemoração do 39º aniversário da Independência Nacional de Angola, que decorreu no passado Sábado (15 de Novembro) no Hotel Falésia, em Albufeira.

Luís Galiano, Cônsul Geral de Angola em Faro, até antecipava que o evento corresse bem. Mas nunca esperou que tivesse tanta adesão. “Honestamente, não esperava. É um bom sinal, que dizer que as pessoas estão a aderir ao nosso contacto”, afirma.

A proximidade é um factor-chave para o Consulado Geral de Angola em Faro (CGAF) e por isso este ano, pela primeira vez, o CGAF decidiu organizar um torneio de futebol para eles… e para elas. “É do nosso interesse este tipo de eventos e que se multipliquem, pretendemos incrementar o contacto de proximidade e ir ao encontro da nossa comunidade. Esta é uma forma de dizermos – Estamos aqui! Com vocês e para vocês!”, salienta o diplomata, Luís Galiano.

Desta vez, lamenta o Cônsul, não chegou a fazer o gosto ao pé e não calçou as chuteiras. Mas nem por isso deixa de ser um amante do futebol. Na juventude, jogava sempre que podia. Hoje, é mais treinador de bancada e nem sempre bem-sucedido, já que os clubes do coração – o Sporting, em Portugal, o Petro Atlético em Angola – não têm tido nos últimos tempos as melhores prestações. “Sou um sofredor, estou habituado…”, graceja, ele que entregou várias medalhas aos desportistas amadores presentes, masculinos e femininos, em conjunto com os vice-Cônsules Irene Neto, Isaías Cerca e Alberto Severino.

Logo ao lado, para além da Consulesa Fátima Galiano, estavam também a Ministra Conselheira Isabel Godinho, em representação do Embaixador de Angola em Portugal e os vice-Cônsules de Lisboa, André Lopes e do Porto, José Tavares, que aplaudiram alegremente os participantes medalhados.

39 anos de Independência, rumo ao Progresso

Já numa óptica mais séria, e a propósito dos 39 anos de independência da Nação, Luís Galiano analisa o momento ímpar que Angola está a viver, em termos de desenvolvimento não só económico, mas também social. “Acompanho com muita alegria por ver os passos positivos dados rumo ao desenvolvimento. Não só crescimento, atenção, mas como disse desenvolvimento. Por exemplo, a nível habitacional com a criação de diferentes centralidades a nível de todas as capitais provinciais, na água e energia, no saneamento básico, na construção e sobretudo na modernização de barragens. Isso dá-nos um alento muito grande. Estamos no caminho certo e vamos conseguir, até 2017, ter um país muito diferente do que era a 11 de Novembro de 1975 e também muito diferente do que era quando se conseguiu a paz”, afirma o Cônsul Geral de Angola em Faro. “Qualquer observador independente verá que o país deu saltos positivos em todos os domínios”, reforça.

Quanto às relações cada vez mais próximas entre Angola e Portugal – sobretudo a nível económico – Luís Galiano considera que o caminho é “natural” e resulta da história comum de ambos os países. “Apesar de um ou outro sobressalto, aqui ou acolá, há laços históricos que nos unem e são indestrutíveis. A nossa relação é fluida e amiga. E hoje mesmo vemos o interesse tanto de empresários e empresas portuguesas em Angola como o inverso, como é o caso do interesse da empresária Isabel dos Santos na Portugal Telecom, por exemplo”.

É preciso divulgar mais os vistos

O intercâmbio crescente entre ambas as nações, ao nível da educação, da importação / exportação de produtos e tecnologias e até de matérias-primas fez com que ambos os Governos optassem pela criação de um regime especial na atribuição de vistos, sobretudo no caso de estudantes ou viagens de negócios. Uma via que facilita a atribuição das autorizações em tempo útil e em condições especiais, mas que muitos ainda desconhecem.

Em Lisboa, Luís Galiano participou numa reunião de acompanhamento bilateral dos vistos, que se reúne anualmente ora em Portugal, ora em Angola. Ultrapassados que estão alguns dos problemas de cariz mais burocrático entre os dois países, o grupo chegou a uma conclusão: é preciso apostar mais na informação e divulgação destas condições particulares. “Há necessidade de dar mais visibilidade ao acordo entre os dois países, intitulado Protocolo de Facilitação e Concessão de Vistos. E essa é uma matéria que é da responsabilidade dos Governos Centrais, em Portugal do Ministério dos Negócios Estrangeiros e em Angola do MIREX, o Ministério das Relações Exteriores.

Ainda assim, reconhece, o nível de concessão de vistos mantém-se muito elevado - sobretudo no Verão - e estima-se que possa vir a aumentar, agora que a companhia aérea angolana, a TAAG, tem pressionado o mercado com campanhas de voos que rondam os €500. “Não é só para Angola, mas também para o Brasil. Penso que esta campanha faz parte da estratégia comercial da companhia, que passa também por outros países como o Brasil e acho que poderá ser muito positivo para todos”, conclui o Cônsul Geral de Angola em Faro.

Para 2015, o responsável consular pela área do Algarve e Baixo Alentejo estima que o contacto de proximidade com as comunidades venha a ser ainda mais intenso, passando por exemplo pela criação de Consulados Itinerantes, levando o CGAF até aos locais onde residem cidadãos angolanos que não possam, por motivos económicos ou outros, deslocar-se a Faro.

A comemoração do Dia da Independência reuniu vários convidados ilustres, todo o staff do Consulado e inúmeros representantes das Associações de Angolanos residentes em Olhão, Quarteira, Albufeira e Portimão, que assistiram a uma prelecção de Francisco Ramos da Cruz e finalizaram a noite ao som do DJ YTO, numa pista de dança onde ‘sacudiram’ as preocupações e celebraram de forma efusiva, ainda que à distância, os bons augúrios de quase quatro décadas de Independência.

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