Terça-Feira, 21 de Agosto de 2018
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Notícia
Consulado Geral de Angola em Faro celebra Dia da Paz e Reconciliação Nacional
Abril 01, 2015
O Consulado Geral de Angola em Faro vai promover já no próximo dia 04 de Abril de 2015 um evento que celebra, na região algarvia, a ocasião do Dia da Paz e da Reconciliação Nacional.

O evento, um jantar que funciona por convite e que contará com os ilustres anfitriões, Exmo Sr. Cônsul Geral de Angola em Faro, Dr. Luís Filipe Galiano e a Exma. Consulesa, Sra. Maria de Fátima Dias dos Santos Galiano, decorrerá a partir das 19h00 no Hotel Júpiter Algarve, localizado na Av. Tomás Cabreira, na Praia da Rocha, em Portimão.

Recorde-se que o 4 de Abril, Feriado Nacional em Angola, celebra a assinatura do Memorando de Entendimento Complementar ao Protocolo de Lusaka, que selou definitivamente o compromisso de todos os angolanos com a Paz e a Reconciliação Nacional, após a cessação do conflito armado.

O documento foi assinado pelo então chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas (FAA), general Armando da Cruz Neto, e pelo então chefe do Alto Comando das Forças Militares da UNITA, general Geraldo Abreu Muendo "Kamorteiro".

A cerimónia, que marcou o fim da guerra em Angola, foi assistida pelo Chefe de Estado, José Eduardo dos Santos, por representantes da comunidade internacional e entidades nacionais e estrangeiras.A data de 4 de Abril de 2002 constitui uma das maiores conquistas do povo angolano após a Independência Nacional, a 11 de Novembro de 1975, por marcar uma viragem decisiva no processo político e na estabilidade e desenvolvimento de Angola. Desde então, o 4 de Abril foi instituído como feriado nacional e passou a ser uma referência histórica importante na luta do povo angolano pela sua dignificação e construção de uma sociedade próspera.

Recorde-se que a Paz foi alcançada sem imposição de forças externas e resultou, sobretudo, do esforços dos angolanos, que entenderam que havia a necessidade de cessação da guerra e das hostilidades e de encetar o processo de conclusão das tarefas remanescentes do Protocolo de Lusaka. Foi a primeira vez que se assistiu a um protocolo visando a paz, em território nacional, sem qualquer mediação externa.

Uma das frases célebres sobre o entendimento que ficou para a História foi proferida pelo Presidente da República de Angola, José Eduardo dos Santos. Para o alto responsável"quem ama verdadeiramente a Paz tem de saber perdoar, reconciliar-se com o seu próximo, contribuindo assim para uma união verdadeira e sólida dos angolanos, sem prejuízo para as divergências que uns e outros possam expressar".

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