Quinta-Feira, 13 de Dezembro de 2018
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Notícia
Angola: País ganhou maturidade económica em 40 anos
Setembro 23, 2015
O economista angolano Afonso Chipepe disse hoje, em Luanda, que os 40 anos de independência do país, a assinalar-se a 11 de Novembro próximo, proporcionaram ao governo dinâmica de governação que permitiu construir infra-estruturas socioeconómicas que servem de modelo.

Em entrevista à Angop, a propósito do 40º aniversário da independência de Angola, Afonso Chipepe sublinhou que durante todos estes anos, o país ganhou maturidade económica, política e social que não existia anteriormente (antes de 1975) e que orgulha a todos. “Se não fosse o longo período de guerra civil vivido logo após a independência de Angola, em 1975, muito mais seria feito, sobretudo no domínio da agricultura, da indústria e das infra-estruturas sociais”, sublinhou.

Ainda assim, prosseguiu o especialista, obteve-se muitos ganhos assinaláveis que muito orgulham o povo angolano, porque “hoje fazemos parte do leque de países que servem de modelo, sobretudo no sector da construção de habitações para os seus cidadãos”.

Interrogado sobre o período que mais lhe marcou nesse 40 anos, o economista apontou os acontecimentos da década de 70 (1975), por ter sido o período em que a sua família acabava de sair de São Nicolau, local onde se encontrava preso o seu pai. “Para um povo que lutou para a sua autodeterminação e independência do seu país não há nada melhor que a sua liberdade”, referiu.

Entretanto, disse esperar que os 40 anos que se comemoram este ano sirvam de reflexão e se aproveite perspectivar um futuro melhor, capazes de dimensionar os sentimentos de angolanidade, prazer pela vida, e que os recursos com os quais o país foi abençoado pela natureza possam transforma-se em riqueza real. Apelou à juventude angolana no sentido de reflectir seriamente nos passos que o país já deu, empenhe-se na educação e no empreendedorismo. “A juventude deve estar preparada para os desafios do futuro”, disse.

Afonso Chipepe considerou a educação um factor chave para sustentar a vida, por isso, aconselha a juventude a dedicar-se à pesquisa, ao trabalho, à luta para o desenvolvimento e que tenha o foco dos próximos 40 anos virados sobretudo para o sector agrícola. A experiência que o país está a atravessar neste período da baixa do preço do petróleo no mercado internacional mostra-nos um caminho para a nossa sobrevivência - a agricultura, sublinhou. O economista é de opinião que nos próximos 40 anos se ensine nas escolas os valores mais básicos como a amizade, a lealdade, a generosidade, o ser fiel, cumpridor da palavra e solidário.

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