Quinta-Feira, 13 de Dezembro de 2018
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Notícia
Angola empenhada contra causas do extremismo e radicais
Abril 08, 2016
O secretário de Estado das Relações Exteriores afirmou sexta-feira, em Genebra (Suíça), que Angola está empenhada em combater os factores que levam à violência extrema e ao terrorismo.

Manuel Augusto discursava no encontro sobre Segmento de Alto Nível da Conferência Internacional sobre “Prevenção de Extremismo Violento - Caminho a Seguir”, aberto pelo Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, informa uma nota de imprensa da Missão Permanente de Angola junto das Nações Unidas, citada pelo Jornal de Angola.

O secretário de Estado considerou o tema “oportuno”, dez anos após a adopção da Estratégia Global de Combate ao Terrorismo, acreditando que a mesma prevê orientações importantes para os Estados membros desenvolverem os seus próprios planos de Acção Nacional, tendo em conta a sua situação doméstica.

“Angola condena todos os actos, métodos e práticas de extremismo violento, que possam representar uma séria ameaça para a estabilidade e segurança das Nações. Reconhecemos que há necessidade de trabalharmos de forma individual e colectiva para a prevenção deste flagelo”, afirmou.

Manuel Augusto sublinhou que Angola considera que a luta contra o terrorismo e o extremismo violento não pode ser ganha através do uso de medidas de força. Acrescentou que Angola tomou medidas para prevenir e combater a exploração ilegal de recursos minerais, para evitar o financiamento do terrorismo e extremismo violento. Ao longo da sua intervenção, o secretário de Estado lembrou que Angola viveu um longo período de conflito armado, cujas consequências ainda são sentidas em vários sectores.

Referiu, contudo, que os últimos 14 anos de paz efectiva, de estabilidade política e consolidação do processo democrático e do Estado de Direito, permitiram ao país dar “passos significativos” na promoção e protecção dos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos.

Ban Kin-moon afirmou que o objectivo dos terroristas é dividir as sociedades, pelo que se torna necessário um esforço colectivo de toda a Comunidade Internacional e Estados para prevenir e combater o extremismo violento.

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