Domingo, 25 de Fevereiro de 2018
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Notícia
BNA busca maior autoridade
Janeiro 02, 2017
O novo Governador do Banco Nacional de Angola (BNA), Valter Filipe, descreveu o ambiente sombrio do mundo dos negócios, dadas as fragilidades internas susceptíveis de colocar o país à margem do sistema financeiro mundial.

Numa altura em que o país está impedido de comprar dólares nos bancos correspondentes dos Estados Unidos da América (EUA) e o Banco Central Europeu (BCE) não considera o BNA um banco central, o que eleva o risco de crédito a Angola, Valter Filipe denunciou falhas no sistema financeiro que vão desde a incapacidade de o banco central exercer o seu papel de regulador com o devido rigor até à promiscuidade e atropelos à ética bancária pelos bancos comerciais, numa economia onde 70 por cento das empresas são de imigrantes e 90 por cento das empresas alimentares geridas por estrangeiros.

“Angola é uma porta frágil onde entra todo o risco financeiro. O BNA não se posiciona como uma verdadeira autoridade que impõe sanções e responsabilidade aos infractores”, disse o governador.

Para evitar que o sistema financeiro angolano seja atirado para o isolamento, o novo Governo do BNA aplica um pacote de medidas denominado Projecto de Adequação do Sistema Financeiro Angolano às Normas Prudenciais e Boas Práticas Internacionais. O novo instrumento alinha a prática bancária angolana com os mecanismos de controlo e supervisão do sistema financeiro internacional. Assim, o BNA procura impor-se como uma verdadeira autoridade de supervisão com capacidade para ditar regras de boas práticas aos bancos comerciais e outras entidades financeiras no sentido de evitar eventuais desvios de divisas.

Com as novas regras em mãos, a equipa de Valter Filipe tem negociado com o FED (banco central norte-americano) e o BCE apoio à normalização do sistema financeiro angolano.

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