Domingo, 25 de Fevereiro de 2018
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Notícia
Angola mantém atracção de investimento
Maro 07, 2017
O mercado angolano continua a atrair os investidores estrangeiros, numa altura em que o país procura inverter a balança comercial com a aposta em sectores não petrolíferos como a indústria e a agricultura.

A afirmação é de Vítor Marques da Cruz, sócio fundador do escritório de advogados MC&A, que agora integra a aliança internacional MC Valois Miranda, presente em vários mercados africanos, em Portugal e no Brasil.

Citado pela imprensa lusa, o advogado acredita que 2017 pode ser o ano dos investimentos “em áreas que até agora têm sido descuradas” por um país sobretudo importador. “A tendência pode ser contrariada desenvolvendo outras áreas, sobretudo a indústria e a agricultura”, referiu.

Para Vítor Marques da Cruz, Angola pode inverter a balança comercial, embora a transição venha a levar “entre cinco e dez anos a ter um efeito expressivo na economia”. Em relação a negócios com Portugal, o advogado diz-se pouco optimista: “As empresas portuguesas foram das que mais investimento fizeram em Angola e as primeiras a chegar depois da guerra civil. Mas também foram as primeiras a pagar o preço da instabilidade financeira e da crise das divisas.”

O advogado analisa os grandes desafios enfrentados por Angola, Moçambique e Brasil, os três mercados mais importantes para a MC Valois Miranda “em termos de dimensão do negócio, económicos e de população”, e considera que, sobre Angola, apesar da crise que o país tem atravessado, “o interesse dos investidores parece não ter diminuído”. Até a “situação da moeda” - a insuficiência de divisas para fazer pagamentos em outras moedas, além do kwanza - permitiu fazer uma “triagem” que resulta “num investidor melhor”.

Segundo Vítor Marques da Cruz, a crise “separou os que viam Angola como o ‘El Dorado’ onde podiam ganhar dinheiro a muito curto prazo, dos que têm interesse efectivo em desenvolver um negócio a médio e longo prazo”. O facto de muitas empresas portuguesas, “para não dizer praticamente todas, terem perdido dinheiro”, fez com que o mercado angolano tenha deixado de ser um “favorito” dos investidores portugueses.
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