Quinta-Feira, 13 de Dezembro de 2018
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Notícia
Angola estende cabo submarino ao Brasil e Estados Unidos
Junho 06, 2017
Tem seis mil quilómetros de extensão e vai ser financiado pelo Banco de Desenvolvimento de Angola. O cabo submarino de fibra óptica vai ligar Angola ao Brasil e depois aos Estados Unidos.

O Banco de Desenvolvimento de Angola (BDA), detido pelo Estado angolano, vai financiar com 130 milhões de dólares (116 milhões de euros) a instalação de um cabo de telecomunicações submarino ligando o Brasil e os Estados Unidos, adiantou o jornal online Observador.

De acordo com informação do Ministério das Finanças angolano, o acordo para este financiamento, que envolve uma Garantia Soberana da República de Angola, prevê ainda a construção de um ‘datacenter’ no Brasil e foi assinado com o BDA na segunda-feira, em Luanda.

O projecto em causa, em que a empresa Angola Cables lidera o consórcio responsável, prevê a instalação de um cabo submarino de fibra ótica ligando Angola ao Brasil e depois aos Estados Unidos, para reforço das comunicações. Visa a instalação de uma ligação de comunicações submarina entre Angola e o Brasil, denominada de Sistema de Cabo do Atlântico Sul (SACS), e outra entre o Brasil e os Estados Unidos, designada de Cabo das Américas (CA).

Com seis mil quilómetros de extensão, o cabo que ligará Luanda (Angola) a Fortaleza (Brasil) será composto por quatro pares de fibra com uma capacidade de transmissão de dados de 40 Tbps (terabits por segundo) e já está em instalação, também financiado pelo BDA.

O segundo cabo – cujo financiamento foi agora assegurado – ligará as cidades de Santos e Fortaleza com Boca Raton, na Florida (Estados Unidos da América), com cerca 10.556 quilómetros de comprimento e seis pares de fibra, com uma capacidade de 64 Tbps.

A Lusa noticiou anteriormente que o Presidente angolano aprovou uma garantia soberana de 260 milhões de dólares (232,7 milhões de euros) para financiar a instalação, pela Angola Cables de um cabo submarino de fibra ótica entre África e América. A decisão consta de um despacho presidencial assinado por José Eduardo dos Santos em Fevereiro de 2016, envolvendo uma garantia soberana para cobrir o financiamento do Banco de Desenvolvimento de Angola (BDA) à empresa Angola Cables.

Este segundo projecto, que segundo informação da Angola Cables “vem sustentar as necessidades correntes dos utilizadores da América Latina”, será construído e operacionalizado em conjunto com a Algar Telecom (Brasil), Antel (Uruguai) e a Google.

A Angola Cables foi criada em 2009 com o objectivo de “transformar Angola num dos principais eixos africanos de telecomunicações”. É maioritariamente detida pela empresa pública Angola Telecom (51%), contando ainda com a Unitel (31%), a Mstelecom (9%), a Movicel (6%) e a Startel (3%) na sua estrutura accionista.

Na mesma autorização, assinada por José Eduardo dos Santos, sublinha-se que os dois projectos tecnológicos de fibra óptica, submarinos, “visam aumentar a capacidade de conectividade internacional, para e a partir de Angola”, e que reduzem os custos das ligações internacionais, fomentando, também, a expansão e a competitividade do setor das Tecnologias de Informação e Comunicação angolano.

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