Quinta-Feira, 13 de Dezembro de 2018
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Notícia
Angola exporta mais entre países da OPEP
Setembro 05, 2017
Angola figura entre os membros da OPEP que mais exportaram em Julho, quando a produção do cartel registou uma queda de 170 mil barris por dia (bpd), caindo para 32,83, noticiou ontem a Reuters, citando fontes do mercado.

As exportações da Nigéria também aumentaram, com a filial nigeriana da Shell a alegar força maior para as vendas do crude Bonny Light, acrescentou a agência de notícias britânica.

A queda da produção da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) em Agosto é atribuída a novos cortes nos fornecimentos da Líbia e à intensificação das adesões ao acordo de redução da produção. Uma redução dos fornecimentos dos dois principais produtores, Arábia Saudita e Iraque, também ajudou a aumentar a adesão da OPEP às suas restrições da produção para 89 por cento, mais de cinco pontos percentuais em relação a Julho, mas menos que os níveis situados acima dos 90 por cento alcançados no início do ano.

O declínio da produção líbia e a ausência de aumentos significativos na Nigéria aliviam as preocupações de que os dois países - isentos dos cortes depois de verem a produção restringida devido aos conflitos militares - possam inundar parte do mercado. “A produção da Líbia caiu mais 350 mil bpd na semana passada”, declarou o analista de matérias-primas do Saxo Bank, Ole Hansen. Como parte de um acordo com a Rússia e outros não-membros, a OPEP reduz a produção em 1,2 milhões de bpd no período que vai de Janeiro último a Março do próximo ano.

Elevado rigor face ao acordo reduziu a oferta no início de 2017, mas, produções extraordinárias na Líbia e na Nigéria, assim como a fraca adesão de alguns países, fizeram aumentar a produção em Julho.

Para resolver essa situação, uma reunião de ministros realizada a 24 de Julho decidiu expandir o acordo à produção da Nigéria, embora não conseguisse pedir à Líbia que se juntasse ao acordo de redução da oferta, e convocou vários membros para elevarem os níveis de adesão. A maior queda de Agosto aconteceu na Líbia, onde a produção caiu para uma média de 900 mil bpd, devido ao encerramento do maior campo petrolífero daquele país, Sharara, o que interrompe a recuperação dos fornecimentos.

O maior exportador, a Arábia Saudita, compensou o corte das exportações com a procura interna mais elevada nas últimas semanas de Agosto, quando as unidades de energia sauditas queimam mais crude para prover refrigeração nos meses quentes de Verão. Os fornecimentos iraquianos de Agosto foram ligeiramente inferiores aos de Julho devido à queda das exportações do sul e norte do país. A OPEP anunciou uma quota de produção de 32,50 milhões de bpd, o que inclui a Indonésia, que abandonou a organização, e não inclui a Guiné Equatorial, o mais recente membro.

A produção da OPEP em Agosto atingiu uma média de 32,68 milhões de bpd, cerca de 930 mil bpd acima da meta ajustada à saída da Indonésia e sem incluir a Guiné Equatorial.

Com a Guiné Equatorial, a produção da OPEP em Julho totalizou 32,83 milhões de bpd, uma queda de 170 mil barris face a Julho. O relatório mensal da OPEP de Julho afirma que Angola produziu 1,646 milhões de barris de petróleo por dia (bpd) ao longo daquele mês - pouco mais de 18 mil bpd -, sobretudo pela adesão aos cortes da produção para a elevação do preço do crude decidida pelo cartel de exportadores em Novembro do ano passado.

Durante quase todo o ano de 2016, até Maio último, Angola liderou a produção de petróleo em África, situando-se à frente da Nigéria (i,748 milhões de bpd), mas a decisão de OPEP, que espera elevar os preços, vincula o país ao corte de 78 mil barris por dia.

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