Segunda-Feira, 21 de Maio de 2018
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Notícia
Reunião da SADC decide avançar para o Lesoto
Outubro 09, 2017
A reunião do Subcomité de Defesa da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) que vinha decorrendo desde quinta-feira em Luanda terminou ontem depois de ter analisado a composição, métodos de desdobramento e preparação da Força em Estado de Alerta da SADC que vai ser enviada para o Lesoto.

O envio da força foi decidido pela cimeira da troika da SADC realizada no dia 15 de Setembro deste ano, em Pretória, África do Sul, na sequência do assassinato, no dia 5 do mesmo mês, do comandante das Forças de Defesa, tenente-general Khoantihe Motsomotso, o que levou à degradação das condições de segurança no Lesoto.

“A cimeira decidiu o envio imediato de uma Força em Estado de Alerta da SADC, integrada pelas três componentes, militar, policial e civil, no sentido de garantir a normalidade da situação favorável à implementação das reformas necessárias, fundamentalmente no sector da defesa e segurança”, informou na quinta-feira o chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas (FAA), ao intervir na qualidade de presidente do sub-comité de Defesa da SADC.

O general Geraldo Sachipengo Nunda elogiou a acção imediata e pronta da SADC, que enviou para aquele país uma missão ministerial de constatação do órgão para avaliação, e lembrou que os resultados foram submetidos à cimeira da troika realizada no dia 15 de Setembro último, em Pretória. O chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas garantiu que Angola fará tudo o que estiver ao seu alcance para que se produzam medidas adequadas às exigências do momento vigente no Reino do Lesoto.

Geraldo Sachipengo Nunda disse esperar que os passos dados em conjunto, no quadro da presidência angolana, conservem a paz e a segurança necessárias para garantir o desevolvimento económico e social bem como o bem-estar dos povos da região austral do continente.

“Espero que o compromisso de cada um de nós e das lideranças dos países que representamos, com a paz e com o diálogo franco, permita que este esforço conjunto conduza todos os actores do Lesoto ao entendimento para que se implementem as reformas necessárias, se instaure a confiança, a unidade e a democracia”, disse.

O chefe do Estado-Maior General das FAA aproveitou a ocasião para fazer uma abordagem sobre a situação em Angola, marcada pela recente tomada de posse do novo Presidente da República, João Lourenço, em cerimónia presenciada por 15 Chefes de Estado e de Governo e milhares de cidadãos. O Lesoto é um pequeno país encravado na África do Sul. É governado por uma monarquia constitucional, com dois órgãos legislativos: o Senado e a Assembleia Nacional. O rei não tem poderes executivos, nem legislativos.

O país é o antigo reino da Basutolândia e é um dos etnicamente mais homogéneos de África. Cerca de 99 por cento da sua população é da etnia basotho. O país vive da agricultura e criação de ovelhas na cordilheira do Drakensberg, que domina a maior parte do território e atinge mais de 3 mil metros de altitude. O país é bastante dependente da África do Sul. O dinheiro enviado pelos seus cidadãos empregados nas minas e fábricas sul-africanas representa 26 por cento do PIB.

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